Dominic Rossi
— Acorda, meu anjo — chamei-a, tentando acordá-la enquanto espalhava beijos por sua face. Mas quando vi Luísa se enrolar mais no edredom me ignorando, eu soube que acordá-la não seria uma tarefa tão fácil quanto eu imaginei.
Não consegui evitar de sorrir de satisfação ao vê-la tão preguiçosa dormindo na nossa cama. Era bom saber que Luísa já não temia a minha presença, assim como não tinha mais medo de dormir no nosso quarto ao meu lado todas as noites como se eu fosse um monstro.