O sol da manhã ainda nem havia vencido a linha do horizonte de Dubai, mas a luz que inundava a modesta hospedaria de apoio parecia vir de dentro. A porta foi aberta com uma energia contagiante, um contraste absoluto com o silêncio respeitoso que costumava reger a mansão principal. Khaleb não entrou como o magnata cujos passos costumam fazer o mármore tremer sob o peso de responsabilidades bilionárias; ele entrou saltitante, com o brilho nos olhos de um menino que acabara de descobrir um tesouro