Brenda sentia uma dor insuportável no peito, como se tivessem arrancado o que ela tinha de mais valioso. Ela havia acreditado, por um breve momento, que sua vida finalmente havia mudado para melhor, mas agora tudo havia dado uma guinada inesperada. Encontrava-se mais longe do ponto de partida, perdida, sem bússola e sem rumo. Mal havia conseguido dormir na noite anterior, e quando finalmente fechou os olhos, as sombras do passado e a angústia do presente a perseguiram em seus sonhos.
Pela manhã, Alexandra, sempre atenta, havia preparado um café da manhã nutritivo para ela. Brenda tentou comer algo, embora cada mordida parecesse uma rocha que ficava presa em sua garganta. Assim que terminava, a campainha do apartamento tocou, quebrando o silêncio que havia se instalado entre as duas mulheres. Alexandra, sempre curiosa, abriu a porta e encontrou um homem de terno, com uma maleta e um ar profissional. Era a primeira vez que o via, mas depois de olhá-lo atentamente, ela se lembrou. Era o