O dia da cirurgia havia chegado. Haidar estava na cama, nervoso, enquanto os médicos se preparavam para levá-lo ao centro cirúrgico. Embora tentasse manter a calma, sentia medo. Sabia que tudo daria certo; era nisso que ele devia acreditar.
Enquanto isso, Brenda havia chegado ao hospital, acompanhada por Jamal e Madelaine. Juntos, dirigiram-se à sala de espera, onde a ansiedade era palpável no ar. A sala era fria e silenciosa, interrompida apenas pelo som dos passos de algumas enfermeiras e o murmúrio distante de conversas.
— Você acha que tudo vai dar certo? — perguntou Brenda, sua voz tremendo levemente.
Jamal tentou oferecer-lhe um sorriso tranquilizador.
— Claro que sim. Os médicos são especialistas nisso. Haidar está em boas mãos.
Madelaine assentiu, mas seus olhos também refletiam preocupação.
— O importante é que ele é forte. E ele tem a todos nós o apoiando.
Os minutos se transformaram em horas enquanto esperavam, cada um preso em seus próprios pensamentos. Brenda olhava para