Capítulo 11: Desespero

Eram dez horas da noite quando Clarice religou o celular e percebeu a quantidade de mensagens enviadas por Klause. Clarice se espreguiçou e leu todas as mensagens imaginando o desespero e isso a deixou feliz.

- Boa noite, querido. Disse com uma voz doce e preguiçosa.

- Onde você estava? Perguntou desesperado. - Liguei o dia todo.

- Desculpe, meu bem. Pediu sinceramente. - Fiz uma amiga e fomos às compras.

- Clarice, você quer me matar? Perguntou choroso.

- Confesso que não foi a minha intenção
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