— Obrigada — disse ela, com o olhar baixo —, você não precisava fazer isso.
Ele desviou a vista da estrada para olhar a garota no banco do carona, que encarava o horizonte com a mão apoiada na bochecha, encostada na porta do carro. Seus cílios eram longos, seus lábios desenhados; ela era linda mesmo sem uma gota de maquiagem, e nem aquele semblante de preocupação que ela trazia diminuía sua beleza.
— É, bom, você não está bem. Quer dizer, seu resfriado...
— É, não se preocupa em explicar, Taker