Arthur
Enquanto ela passeia, avalia e toca, eu me encosto em um dos balcões e cruzo os meus braços apenas para apreciar a sua presença nesse lugar.
— Ela é linda! — sibila, ainda avaliando o cômodo. — Eu não havia… me atentado aos detalhes.
E nem poderia. Penso. Não quando não lhe dei oportunidade para isso.
Eu nunca pensei que ela entraria aqui no meu universo. Não pensei que seria tão íntima dele, mas ela se tornou parte do meu mundo, e agora, a peça que faltava se encaixou. E com esse pensam