Nati
— Pensei que nunca ia conseguir te beijar nesse tumulto de gente. — Ele rosna áspero em minha boca.
Apenas rio, mas ele engole o meu riso com mais um beijo.
— Não podemos. — Tento dizer.
— Só mais um!
Afoito, Arthur me beija de novo.
— Alguém pode nos ver aqui.
— Ninguém vai ver a gente, Loirinha!
Sua boca escorrega imediatamente pelo meu pescoço. A minha respiração fica levemente alterada. Sinto-me arder por dentro e me permito fechar os olhos para apreciar o seu toque.
— Mas… que porra é