Mundo de ficçãoIniciar sessãoPOV: HAPHEL
— Acha que eu sempre fui o barqueiro da morte? — A pergunta de Caronte me atingiu de forma inesperada, me obrigando a encarar aquilo com mais seriedade. — Por que acha que não sinto nada?
— Pela forma como lidou com aquela alma. — Indiquei com a cabeça, soltando um suspiro lento enquanto observava o movimento do barqueiro. — Você parece acostumado com a morte.
— Ningu&eac







