Mundo ficciónIniciar sesiónPOV: SORAYA
— Por que eu? — Murmurei, a voz rouca, quase um sopro contra os lábios dele.
Eu sentia sua respiração quente contra a minha, e o coração dele batia acelerado, pulsando freneticamente sob a palma da minha mão. Estremeci quando ele se moveu, perigoso, roçando e pressionando ainda mais sua ereção rígida na minha entrada. O atrito era uma tortura saborosa.







