Com a carta na mão direita, eu estava de cabeça baixa, olhos fechados e esfregando a esquerda no rosto, pensando.
– Eu nunca vou ficar zangada por ter passado dezoito anos ao seu lado, seu velho rabugento. – Murmurei. Apesar de não gostar por saber o motivo de ter ficado naquela cabana, eu não posso reclamar da vida que tinha, pois foram os melhores anos para mim.
Levantei do banco e fui buscar a Kamilla. As crianças já estavam indo embora com seus pais e eu precisava encontrar onde ficava a ca