Eu estava parada em frente à árvore que subia quando criança para fugir do meu tio quando fazia algo de errado. Meu coração doía por ter dito aquelas palavras para a Kamilla. A verdade era que assim que falei me arrependi. Ver seu rostinho magoado enquanto chorava e corria para o meu antigo quarto me fez perceber o quão cruel fui com ela. Era comum ela escutar isso daqueles próximos da Luna, mas ouvir da minha boca foi ter a certeza de que aquilo era verdade. Eu era uma escrava, uma mulher que