Ao pensar nisso, Isabela sentiu a garganta um pouco seca e, de repente, o carro parecia estar mais abafado.
Ela desviou o olhar e, antes de apertar o botão da janela para ventilar um pouco, hesitou.
Por fim, não apertou o botão. Apenas virou a cabeça e olhou para fora da janela.
Não sabia quanto tempo havia se passado, mas logo chegaram à escola de Ana.
Isabela desceu do carro para acompanhá-la, enquanto Pedro permaneceu sentado no banco do motorista.
Ana disse:
— Papai...
— Tenho