O corpo dela ficou sem forças. O peito parou. O vínculo se despedaçou como vidro.
Killian rugiu cru e dilacerado, seu lamento ecoando pelos portões do oeste.
Ele a segurou nos braços, balançando, implorando à Lua, implorando a ela.
E, enquanto sustentava seu corpo que esfriava, lembrança após lembrança o atravessava como lâminas.
A vez em que ela escalou os picos nevados descalça, com os dedos rasgados e sangrando, apenas para trazer as raras ervas de gelo que curariam seus ferimentos.
Ele n