Dois estranhos.

Zafir

Quando o rosto dela se esfregava no meu peito, as minhas mãos começaram a se mover sobre ela como se tivessem vida própria. A apertei nos braços, cheirando-a, sentindo-a.

Eu a afastei para dizer:

— Acabou nosso jejum. Não fico mais um minuto sem você. Que se dane o resto. Ela já deu sua resposta e ela fará minha caveira mesmo para eles.

— Então me ame, Zafir...

Minhas mãos toc
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