Embry rosnou dentro dele, um rosnado de pura necessidade de fincar os dentes em Lucretia e tomá-la. “Amor”, saindo da boca dela, significava que ela…
[“Ela nos ama!”] Embry gritou dentro da mente de Rhys. [“Lucretia nos ama, Rhys! Ela… nos quer de verdade!”]
Lucretia não entendeu o motivo de Rhys ter parado de se mover, não por um ínfimo momento. Quando se deu conta do que tinha dito, ela prendeu a respiração. Tinha falado demais! Como ela queria que Kali estivesse ali!
Rhys começou a se levantar, lentamente, sem olhar no rosto de Lucretia. Ele parou quando estava completamente de pé. As respirações deles pareciam ser os únicos sons no banheiro.
— De novo. — Rhys disse com um tom de comando, baixo, rouco. Lucretia abriu a boca, mas nada saiu. Ele a olhou nos olhos. — Repete.
— Rhys, eu…
— Repete o que você disse.
Ela engoliu em seco.
— Amor.
Rhys rosnou.
— De novo!
— A-Amor…
A mão direita apoiou-se na parede, ao lado da cabeça de Lucretia.
— De novo!
— Rhys, o quê…?!
Ele