A expressão no rosto de Lucretia não mudou. Um dos soldados pareceu não gostar do jeito que o outro falou e abriu a boca, dando um passo à frente, mas Lucretia levantou a mão, indicando que ele deveria esperar.
— E, por favor, que tipo de fêmea eu sou? — ela perguntou.
O soldado se aproximou dela, andando como se ela fosse uma presa e ele, o caçador, pronto para atacá-la a qualquer momento.
— Uma puta traidora e dissimulada!
A vontade real de Lucretia? Pular no pescoço do soldado e dar a sur