— O Luan ainda está no país, né? Estou precisando de uma ajudinha dele, então queria saber o que você acha. — Isabela falou num tom calmo, sem pressa.
Como Luan era subordinado dele, era natural que ela pedisse permissão antes.
Do outro lado da linha, Jorge pensou um pouco, sem perceber nada estranho no tom dela, e perguntou:
— Que tipo de coisa? O que você precisa que ele faça?
Naquele momento, o elevador parou e ela saiu andando a passos firmes.
Parada no corredor, ela se virou para a janela e