Isabela deu um copo de água a ela. Ela parou de chorar, mas continuou em silêncio.
Parecia perdida nos próprios pensamentos.
Isabela permaneceu quieta ao lado dela, sem interromper.
Depois de muito tempo, ela perguntou baixinho, com a voz fraca:
— Isa... Foi você que me salvou?
Isabela respondeu:
— Fui eu... Quer dizer, não exatamente. Eu pedi para alguém te resgatar. Então, quem realmente te salvou não fui eu. — Ela fez uma pausa, depois continuou com um tom mais suave. — Quando você estiver me