Subindo a rampa da garagem da mansão, já conseguia ver meu pai parado na frente da imponente porta de entrada, andando de um lado para o outro como um leão enjaulado. Estacionei a moto, sabendo que ele encheria meus ouvidos com sua retórica de patriarca ofendido.
— Com sua benção, meu pai. — falei ao me aproximar, tentando manter a formalidade.
— Você não tem mais jeito, William. — foi o que ele me respondeu, a voz carregada de veneno. — Não perderei o tempo que não temos tentando fazer com que