Sophie Bailey
Enquanto estava no hospital acompanhando minha avó, as horas pareciam não passar. Sempre que possível, Anne me ligava ou mandava mensagem perguntando como ela estava.
Já era segunda-feira, pela ordem correta das coisas, eu deveria estar indo trabalhar, mas, obviamente, não faria isso. O que menos precisava era estar perto do Mason. Além disso, quando prometi que sairia da vida dele, não menti. Estava certa da minha atitude. No máximo, poderei voltar lá somente para acertar a parte contratual.
Como irei sobreviver daqui em diante? Não faço a menor ideia. A minha única certeza no momento é que preciso cuidar para que a vovó fique bem.
(...)
Estou no refeitório, sentada numa mesa, sozinha. Segurando um copo com café para me manter acordada. Meu celular vibra e vejo se tratar de uma ligação de um número desconhecido. Estranho.
Ainda assim, decido atender.
— Alô.
Não ouço nada. Nada além da respiração de quem quer que seja do outro lado da linha.
— Alô.
— Sophie? — sua voz r