Sophie Bailey
Na manhã seguinte, eu ainda sentia o peso da culpa. Eu havia me esquivado de Mason na boate, mas a verdade é que não podia mais me esquivar do meu próprio erro: eu estava brincando com o fogo de dois homens. E o fogo de Max era o mais perigoso, pois era o mais familiar.
Ao meio-dia, o endereço que Max me enviou me levou a um bistrô francês charmoso, em uma área mais reservada de Denver. Nada de boate, nada de identidade falsa. O lugar era elegante, com toalhas de mesa de linho e vasos de flores frescas.
Max já estava sentado a uma mesa perto da janela. Ele se levantou no momento em que me viu.
— Você veio. — Seu sorriso era genuíno, a tensão da noite passada substituída por uma satisfação calma.
— Eu disse que sim. E eu cumpro minhas promessas. — Devolvi, tentando manter a leveza, mas meu coração já estava acelerado.
Ele me puxou para um abraço rápido, um gesto de carinho contido que ainda assim me fez suspirar. Seu perfume era fresco, diferente do cheiro de uísque e cou