Quando falou, sua voz estava menor:
— Obrigada por isso também.
Ryan recostou-se na cadeira.
— Mas vou ser honesto. Isso não pode ficar assim por muito tempo.
— Eu sei.
— Não só por ele. Por você. Pela criança. Por segurança. Por estratégia. Por tudo.
— Eu sei, Ryan.
E ele ouviu, naquela repetição, todo o cansaço de uma mulher que já carregava mais do que deveria.
Depois da ligação, Ryan ficou alguns minutos olhando para a porta fechada de seu escritório.
Emma grávida.
De Alexander.
Se existia