Nenhuma taça de cristal.
Nenhum silêncio caro.
Nenhum Alexander.
Quando o avião começou a se mover, Emma agarrou o braço da poltrona por instinto.
Lembrou-se da mão dele sobre a sua na decolagem para Chicago.
A lembrança a atingiu com tanta força que ela virou o rosto para a janela e fechou os olhos.
Dessa vez, ninguém segurou sua mão.
E talvez fosse melhor assim.
O avião levantou voo.
Emma deixou Chicago para trás.
Não levou o lenço.
Não levou o notebook.
Não levou seu cargo.
Mas levou o pior: