Temos um belo sofá naquele canto perto do bar.
Quando chegamos de mãos dadas, vejo os olhos de Helena se arregalarem, claramente surpresa com nossa entrada. Mas o que realmente me faz sentir uma mistura de nervosismo e felicidade é o momento em que ela nota o anel em meu dedo. A boca dela se abre lentamente, sem palavras, e a tensão no ar fica palpável.
Fechamos a porta atrás de nós, e a realidade nos envolve. O escritório está repleto de tarefas urgentes, e a rotina nos puxa de volta. Eu me sento, concentrada, preenchendo contratos de pres