Agora, só existe ele. Só existe nós.
É hora da serenata.
Levanto-me, sentindo o cansaço suavizado pela doçura do momento, e caminho até ele ao som das cordas.
— Enfim ficaremos a sós. — Ele murmura, exausto, mas com um brilho no olhar.
— Sim, e teremos uma semana inteira para aproveitar.
Ele segura minha mão, e todos os convidados se levantam, sabendo que estamos nos retirando. Acompanhados pelos violões, acenamos para todos, encerrando nossa festa sob o som de uma melodia romântica que nos levará ao começo de nossa vida juntos.
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