O primeiro soco foi um aviso. O segundo foi uma resposta à tentativa pífia dele de revidar. A partir dali, o que se seguiu foi um frenesi. O ódio pelo orgulho ferido e pelo coração estraçalhado tomou as rédeas. Segurei-o pelo colarinho com a mão direita e, com a esquerda, desferi golpes que desfiguraram seu rosto. Ele tentava se proteger, mas contra a técnica de um combatente, seus esforços eram inúteis.
Os gritos de Sara no banheiro eram incessantes, mas eu estava surdo para ela. Eu precisava