A preocupação persiste em seus olhos. —Você está bem? Você já comeu alguma coisa? Você quase desmaiou lá. Acho que você precisa comer alguma...
—Estou bem. Obrigada, — digo enquanto levanto devagar. Acho que eu o surpreendo quando estendo a mão e aperto a sua. —Como você está indo?
Ele encolhe os ombros com indiferença, embora o gesto não seja nada disso. —Contanto que ele esteja bem, então vou ficar bem.
Ele acena para mim enquanto vira para recuperar seu posto nas portas do hospital,