Uma conversa inevitável. A pedido de meu pai, aguardei o primeiro
mês de luto passar. Não me apresentei ao Conselho e deixei tudo ao cuidado dele, porém, havia uma coisa que eu queria fazer, tinha que ser eu mesma e ninguém poderia me tirar essa satisfação. Caminhando nos corredores do castelo, em direção a sala onde seria a reunião que fora marcada em separado do Conselho e amparada por minha mãe, ouvia atentamente os conselhos de meu pai:
— Não seja rude com ele, minha filha. Apesar de tud