Isabelly
— Deixa quieto, Isabelly! — digo para mim mesma e desligo o chuveiro. De volta ao quarto eu ponho uma roupa para dormir e me deito na cama, porém, encaro o teto. São quase três da madrugada e eu nem sequer consegui pregar os olhos. Pois é, estou meia remoendo os últimos acontecimentos. — Que droga, Isabelly, já disse que não vale a pena! — ralho e me forço a dormir. — Você tem um dia cheio amanhã, sabia? — Não sei quando exatamente consegui dormir, mas a droga do despertador começou a