Daniel
— Eu não queria agir daquela maneira com você, Isa. Eu juro que não, mas me senti invadido...
— Você ainda a ama? — Sua indagação me deixa sem ação, então eu me afasto para olhá-la.
— Sim... quer dizer... eu não sei, Isa. Eu... não sei! — Seus olhos dançam fitando-me.
— Isso não é amor, Daniel, é obsessão e é doentio — diz com raiva, porém, a sua voz está embargada, e a formação de algumas lágrimas não derramadas fazem os seus olhos brilharem. — Ela te deixou! — Exclama e eu me pergunto