Isabelly
(...)
Na noite do atentado...
Depois do banho desci as escadas com um livro na mão porque precisava me distrair e em algum momento eu peguei no sono. Não tenho noção de quanto tempo se passou, mas acordei aturdida com o som insistente da campainha. Percebi que minha mãe ainda havia chegado em casa e pela hora Marta provavelmente já estava em seu quarto. Eu me levantei meio zonza de sono e abri a porta dando de cara com o Francis. Ele parecia nervoso e agitado, e para a minha surpresa,