Corremos sem parar até estarmos longe o suficiente do incêndio, com o calor e a fumaça ficando para trás. Nunca soltei a mão de Eirik; não queria me separar dele, não depois de tudo o que havíamos passado. Quando finalmente paramos, olhei para ele. Seu rosto estava pálido, mais do que o normal. Meu coração deu um salto. Soltei sua mão suavemente e o observei atentamente, procurando uma explicação. Então vi: uma enorme ferida em seu costado, sangrando profusamente.
—Por que você não me disse que