Elena
É como se fosse um sonho suave. A luz da manhã atravessa suavemente as cortinas, acariciando o meu rosto. O aroma doce e inebriante de flores me fez franzir o cenho antes mesmo de abrir os meus olhos e me pego sorrindo.
— Bom dia, senhora! — Uma das empregadas da mansão adentra o meu quarto, escancarando todas as cortinas, deixando a luz do dia invadir o cômodo.
Contudo, o perfume suave de flores continua e decido abrir os meus olhos. O impacto me atingiu em cheio: o quarto está tomado po