Alexei estava jogado no sofá da biblioteca da mansão Rurik, pernas esticadas, camisa aberta no peito, os olhos fixos no teto como quem escutava algo que só ele podia ouvir. O silêncio lá fora era antinatural.
Nem um pássaro, nem o vento. Apenas o rescaldo da magia que tinha engolido a mansão horas antes, deixando todos os Lycans inquietos, tensos, farejando o ar como cães no meio de uma tempestade elétrica.
Ele pegou o celular do bolso, girou nos dedos e discou.
— Sasha, meu caos ambulante fa