Ainda no rescaldo da cerimônia de união, a atmosfera da alcateia não era de simples comemoração, mas de uma expectativa que roçava o sagrado. O ar vibrava com energia ancestral, uma corrente invisível que percorria cada membro da matilha, conectando-os em um pulso primitivo. Não aguardavam apenas a união do Alfa e da Luna, mas o instante em que a pele humana seria rasgada pelo fervor animal, revelando a verdadeira força que residia em cada um deles. Era a noite em que as máscaras sociais caíam,