Um silêncio ensurdecedor pairou sobre o campo de batalha, mas dentro de Mia, o mundo era um caos de batimentos cardíacos enfraquecidos. O ar pesado carregava o cheiro metálico do sangue – não apenas do campo de batalha, mas do sangue de suas crias. Três ritmos distintos, falhando, ecoavam em seus ouvidos aguçados, uma sinfonia de agonia que a estrangulava por dentro.
O mais fraco e assustador:
Tum... (pausa longa)...tum...
Logan. Seu pulso, um fio tênue de vida.
A respiração ofegante e interrompida por um quebre de dor:
Inspira... (gemido abafado)...expira...
Luke. Sua costela fraturada a cada movimento, cada respiração uma facada.
O som úmido e constante de sangue pingando:
Splash... (intervalo)...splash...
Lauren. A cabeça ferida, sangrando sem parar no chão.
Seus olhos – prateados como a lua, mas diluídos pelo pânico de uma mãe – cravaram-se no líder humano. Ele viu ferocidade, mas não o desespero triplo que a consumia. Ele não via uma guerreira rendendo-se; via