Paul tinha muito trabalho a fazer e, por isso, estava pensando nisso, embora não fosse a primeira vez que sua mãe se trancava no quarto e se recusava a sair ou ver a luz por causa do trauma que havia sofrido. O homem sentia uma enorme obrigação de obedecer ao pai e fazer tudo o que pudesse para ajudar a mãe, que ainda era sua mãe e ainda era importante para ele. Portanto, ele não teve escolha a não ser procrastinar e ir direto para casa.
O empresário não queria prometer ao pai que sua visita à