â Aneliese Moore â
Observo aquele monumento de homem, desfilando pelo quarto com nada além de uma toalha enrolada na cintura, e me pergunto o quão sortuda eu sou por poder presenciar, ao vivo, uma obra-prima da natureza.
Como diziam os antigos: um monumento humano digno de ser explorado com cuidado. E com certa reverĂȘncia tambĂ©m.
Olhando assim, eu realmente me pergunto como Ă© que um homem desses resolveu olhar para mim. Meu Deus. Mas nĂŁo importa â desde que ele continue sendo um tremendo gostos