— O que ele fez?
— Ele… bateu na minha mãe. — Os punhos se fecham. O copo amassa.
— Foi por isso que veio ao hospital? — pergunto, zonza. — Você devia ir à polícia.
— Não foram um ou dois t***s. Ele espancou. — A palavra corta o ar. — A culpa é minha.
— Não, Misa. — Minha mão encontra as costas dele por instinto. — Covarde é ele. A culpa não é sua.
— Eu joguei muitas verdades na cara dela — ele sussurra, apoiando a testa nos joelhos. — Não devia.
— Que verdades?
—Sobre tudo isso.
— Vocês vão den