Capítulo 58

Melinda

Eu abro só uma fresta da porta para ver se ele foi embora. É um erro. O empurrão dele vem como uma onda, a madeira bate na parede e o som ecoa pelo corredor. O cheiro de cigarro e álcool invade meu apartamento antes mesmo do corpo dele cruzar a soleira.

— Tá achando que pode brincar comigo, Melinda? — ele cospe as palavras, andando na minha direção como um animal. — Chega de desculpinha. Eu quero meu dinheiro agora.

— Tom — tento recuar, manter alguma distância entre nós — eu já f
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