Melinda
Chegamos à porta do quarto dele e ele me puxa para dentro, agora não há mais escapatória. Suas mãos estão por toda parte, levantando minha blusa, traçando a curva dos meus seios, enquanto sua boca reclama a minha em um beijo.
Eu me agarro a ele, minhas unhas cravando na pele tatuada, sentindo os músculos tensos sob meus dedos. Meu corpo está em chamas, e cada toque dele é uma faísca que ameaça me consumir.
— Foi um inferno ficar sem te tocar nos últimos dias, Melinda — ele diz, a vo