Acordei com o barulho irritante do celular tocando incessantemente na cômoda ao lado da minha cama. Pelas frestas das cortinas, os fortes raios de sol anunciavam o início de mais um dia. Peguei o celular, ainda me acostumando com a ideia de ter acabado de acordar. O número de Summer brilhava na tela, fazendo-me erguer as sobrancelhas em descrença. Afinal, Summer não ligava; ela invadia meu apartamento quando precisava de algo.
— Para você me ligar às dez da manhã, ruiva, tenho quase certeza que