ANNELISSE DE FILIPPI
Paris. Às vezes eu pensava que só o nome já bastava para fazer o coração bater mais rápido. Mas agora que eu vivia isso com Silvano, entendia que Paris não era apenas uma cidade: era uma emoção. Uma história que se escreve a cada passo.
O dia tinha sido perfeito desde o início. Silvano me acordou com um suave “bonjour, mon ange” e uma bandeja de café da manhã que incluía croissants quentinhos, morangos com creme e café com leite. Eu não conseguia parar de sorrir. Havia uma