ADELINE
O motor ronronava sob meus pés como uma fera domada.
Lucien dirigia com aquele ar dele… entre o perigo e a perfeição.
Uma mão no volante, a outra segurando a minha, como se me lembrar de que ele estava ali fosse necessário.
Eu não dizia nada.
Não queria arruinar o momento com palavras que não dariam conta de tudo o que eu sentia.
As flores estavam no banco de trás.
O sorriso ainda nos meus lábios.
E meu coração… dançava no ritmo da respiração dele.
—Vai me dizer pra onde estamos indo? —