CAPÍTULO DUZENTOS E QUARENTA — NOITE PERFEITA.
VICTOR BALTIMOR.
Elisa estava completamente largada contra meu peito, ofegante e mole depois de tudo que fiz com ela. E, sinceramente? Eu ainda queria mais; preciso recuperar o tempo perdido, sem sexo.
Minha mão deslizava lentamente pela coxa dela enquanto eu sentia seu corpo quente encaixado no meu. O quarto ainda carregava o cheiro do nosso sexo e o som das respirações pesadas. Era bom tê-la toda trêmula em meus braços. E saber que eu era o responsável pelo seu prazer e gemidos.
Elisa soltou