CAPÍTULO DUZENTOS E DEZOITO — SINTO A LIBERDADE DE IR PARA QUALQUER LUGAR.
VICTOR BALTIMOR.
Finalmente. Após dias que pareceram intermináveis, eu estava de pé, andando com as próprias pernas e voltando para o meu quarto.
Eu nunca pensei que caminhar até o meu próprio quarto fosse parecer uma conquista tão grande.
Cada passo que eu dava longe da cadeira de rodas carregava um peso estranho — não só físico, mas emocional. Era como se eu estivesse reaprendendo a existir dentro do meu próprio corpo.
Pode parecer algo simples para qualquer pessoa, mas, para mim, aquilo sig