ELISA RIVER.
Meu coração disparou tão forte que achei que fosse sair pela boca. Fiquei parada por um segundo, segurando a toalha com força, olhando em volta e tentando entender o que ele fazia ali. Então olhei para a figura deitada, completamente à vontade, na minha cama.
Victor.
Soltei o ar de uma vez, levando a mão ao peito.
— Meu Deus, Victor! — reclamei, ainda assustada. — Você quer me matar do coração? Como entra no meu quarto assim, sem avisar, e fica aí deitado como dono do lugar, ainda