CAPÍTULO CENTO E SESSENTA E CINCO — NÃO SOU HOMEM DE ESPERAR.
VICTOR BALTIMOR.
Thomas passou a mão pelo cabelo, suspirando fundo, como se estivesse escolhendo as palavras com cuidado. Eu odiava essa enrolação.
— Ela não vem, Victor. — Revelou, sério.
Franzi o cenho, sentindo a raiva subir quente pelo peito.
— Como assim, não vem? Você fica um tempão naquela cozinha e volta dizendo que ela não vem? — Questionei, perdendo a paciência, que já era quase inexistente.
Thomas me olhou, arqueando a sobrancelha.
— Escuta, meu irmão, eu não sou seu funcionário e nã