As palavras dele eram como facadas, e eu sentia a raiva crescendo dentro de mim. Cada insulto que ele lançava era um golpe, e não estava disposto a ficar em silêncio.
— Você não sabe do que está falando, Aníbal! — eu gritei, a frustração transbordando. — Não sou um moleque! Eu amo a Angela, e isso é o que importa!
— Amor? — ele riu, um som ácido e sarcástico. — Você acha que isso é amor? Você acabou de colocar uma marca na vida dela e na sua! Você acha que isso vai terminar bem?
— Você não tem